12 de abril de 2017 admin 0Comment

Muito se tem falado sobre o Sagrado feminino e sobre a revolução feminina. Muitos discursos são carregados de um sentimento negativo a respeito da forma que o homem e algumas mulheres também, se comportaram a respeito da mulher como um Ser igual ao masculino.

O que chama atenção é que alguns grupos tomados também pela militância política acabam desviando o olhar do Sagrado do Feminino, excluindo as mulheres que optam por não ter filhos, ou criticando aquela que assume que prefere ficar em casa e assumir a função de dona de casa, mesmo quando se tem a oportunidade e a capacitação para ser uma profissional. Existem ainda críticas àquelas que vestem calças Jeans ou as que só vestem saias e tantas outras formas de exclusão.

A mulher deve sim renunciar aos abusos sofridos, às repetições Sistêmicas que diminuem o feminino, porém sem excluir o masculino, afinal o feminino só se manifesta através do masculino. Um Ser não ganha vida sem a contribuição do masculino. Honrar o masculino com tudo que ele nos traz também faz parte do movimento feminino.

Olhar cada Ser com suas possibilidades é inclusão, sem julgar, sem condenar. Colocando a devida lente para cada caso.

Recebi o texto abaixo de autoria de Sérgio Seixas, via Facebook e compartilho aqui para que possamos refletir com inclusão a relação com o masculino:

“O ressentimento do feminino pode ser tocado pelo húmus da Consciência que dirá: “Cura a tua ferida pela compreensão de que diante de ti há um masculino desapropriado de si. Ele não sabia o que estava fazendo.”

O medo de fazer contato com seu universo subjetivo fez do masculino um autodefendido narcisista. A Potência Erótica da Consciência lhe diz: “Homem, cura o teu medo de amar, vendo na Mulher, não uma ameaça à tua fragilidade, mas um nutriente ao teu vazio de si.”

“O ressentimento da mulher e o medo do homem são substratos para um novo começo. Este é o tempo em que vivemos. Quem não percebe o frescor dos novos tempos está refém de um sombrio passado. Deixe que a Memória te traga ao Presente!” – Texto de Sergio Seixas

Marilene da Hora Souza – Yakunaaj.

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